• 7 février 2026

Les mots d’ordre des syndicats pour le 1er mai

ByTeam

Mai 2, 2012
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1er mai à Lisbonne

Les mots d’ordre du 1er mai.

Des milliers de personnes ont défilé, mardi, sur l’Avenue Almirante Reis à Lisbonne, dans la manifestation organisé par le syndicat CGTP.

Avec des pancartes à la main, les manifestants ont crié des slogans contre l’austérité et le chômage. Pendant la traversée, les manifestants sont passés devant un supermarché Pingo Doce (qui était fermé) et ils n’ont pas épargné des critiques envers le groupe Jerónimo Martins.

1er mai : le syndicat UGT menace lui aussi le Gouvernement portugais

Si le gouvernement ne respecte pas l’accord social, l’UGT garantit qu’il dénoncera les mesures d’engagement pour la croissance, la compétitivité et l’emploi.

L’UGT a exigé la réalisation de l’accord social triparti, affirmant la nécessité pour le gouvernement de fixer un calendrier qui permettra la mise en œuvre des mesures pour croissance et l’emploi prévues dans le document.

La demande a été faite par le président de l’UGT, João de Deus, et par le secrétaire-général de la confédération syndicale, Joao Proenca, dans les interventions faites dans la Praça dos Restauradores à Lisbonne pour célébrer la fête du Travail.

« En ce jour, l’UGT oblige le gouvernement à s’acquitter de sa parole et de l’accord signé. L’UGT exige plus d’efficacité et de rapidité de la part du gouvernement dans la mise en œuvre de cet accord.

En ce jour, une fois de plus, l’UGT affirme sa détermination à exiger le respect de l’accord sur la concertation sociale, sous peine d’être dénoncé par la même UGT, pour le non-respect de la part du gouvernement », a déclaré João de Deus.

Le président de l’UGT a déclaré qu’il était impossible de comprendre les raisons qui ont conduit le gouvernement à « négliger » l’accomplissement des mesures pour l’engagement de la croissance, la compétitivité et l’emploi, en particulier ceux qui visent le chômage et la croissance économique.

Milhares de pessoas desfilaram, terça-feira, pela Av. Almirante Reis, em Lisboa, na manifestação da CGTP.

Com cartazes em punho, gritaram palavras de ordem contra a austeridade e o desemprego. À passagem por um supermercado Pingo Doce, entretanto encerrado, os manifestantes não pouparam críticas ao grupo Jerónimo Martins.

1.º de maio: UGT também ameaça Governo

Se o Governo não cumprir o acordo de concertação social a UGT garante que irá denunciar as medidas do Compromisso para o Crescimento, a Competitividade e o Emprego.

A UGT exigiu o cumprimento do acordo tripartido de concertação social, reivindicando a necessidade de o Governo definir um calendário que permita a concretização das medidas de crescimento e de emprego previstas no documento.

A exigência foi feita pelo presidente da UGT, João de Deus, e pelo secretário-geral da central sindical, João Proença, nas intervenções que fizeram na Praça dos Restauradores, em Lisboa, para celebrar o Dia do Trabalhador.

« Neste dia, a UGT exige que o Governo cumpra a palavra dada e o acordo assinado. A UGT exige mais eficácia e rapidez de todo o Governo na implementação do acordo.

Neste dia, mais uma vez, a UGT afirma a sua firme determinação em exigir o cumprimento do acordo de concertação, sob pena de o mesmo ser denunciado pela UGT, por incumprimento do Governo », afirmou João de Deus.

O presidente da UGT afirmou ser impossível compreender as razões que levaram o Governo a « negligenciar » o cumprimento das medidas do Compromisso para o Crescimento, a Competitividade e o Emprego, especialmente as destinadas a desemprego e ao crescimento económico. (fontes:JN e Expresso)


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