
Le fondateur du PS portugais était le conférencier invité pour une réunion sur les défis de l’Europe à Salamanca (Espagne), mais une « grippe d’été » le retint à Lisbonne, de sorte que le texte a été écrit par Soares et lu par Alfonso Guerra, ancien ministre du PSOE et la Fundacion Sistema, informations de l’agence EFE.
Soares a exprimé sa confiance dans ce « vent du changement » en Europe, une allusion à des changements politiques dans certains pays, comme la France, et que les décisions du Conseil européen « pourrait conduire à un nouvel élan de l’euro et l’UE. »
Du point de vue de l’ancien président, il est « nécessaire de créer un nouveau paradigme de développement et une plus grande solidarité dans les Etats », un « chemin de politiques plus progressives et humaines ».
Il a rappelé que depuis 2007 avait mis en garde sur le « déclin possible de l’UE et de l’incapacité de ses dirigeants pour sauver l’euro et à surmonter la crise ».
La chancelière allemande Angela Merkel actuellement est de plus en plus « isolée au sein de l’Europe et elle remarque que la terre est en train de fuire en bas de ses pieds. »
« Corre um vento de mudança na União Europeia »
O ex-presidente Mário Soares considerou que « corre um vento de mudança na União Europeia », depois das decisões adotadas pelos líderes europeus, e confia que « pode conduzir a um novo impulso do euro e da União ».
O fundador do PS era orador convidado para um encontro sobre os desafios da Europa, em Salamanca, mas uma « gripe estival » reteve-o em Lisboa, pelo que o texto escrito por Soares foi lido por Alfonso Guerra, ex-ministro do PSOE e da Fundacion Sistema, refere a agência EFE.
Mário Soares expressou a sua confiança no « vento de mudança » na Europa, numa alusão às alterações políticas em alguns países, como a França, e que as decisões do Conselho Europeu « possam conduzir a um novo impulso do Euro e da União ».
Do ponto de vista do antigo presidente, é « preciso criar um novo paradigma de desenvolvimento e uma maior solidariedade nos Estados », um « caminho de políticas mais progressistas e humanas ».
E recordou que desde 2007 tinha vindo a alertar sobre a « possível decadência da UE e da incapacidade dos seus dirigentes para salvar o euro e vencer a crise ».
A chanceler alemã Angela Merkel começou agora a estar mais « isolada no quadro europeu e vai notar que a terra vai fugir-lhe debaixo dos pés ». (fonte:DN)




